Segunda-feira que começou cinzenta e chuvosa na cidade de Luanda, acredito que esse clima afetou um pouco a minha sensibilidade feminina e os pensamentos, bem como as minhas reflexões daí supervenientes.
Lendo um artigo da Globo News ( http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/10/jornalista-da-bbc-anda-em-pista-de-f1-e-entra-em-desfile-de-moda-apos-descobrir-cancer-terminal.html ) que trata de uma questão sensível relacionada com uma jornalista da BBC que descobriu que tem cancro terminal e que depois de ter passado por aquela fase de negação, de frustração, de tristeza, de agonia, de raiva e de ódio, finalmente aceitou a doença e, decidiu fazer uma lista de dez coisas que quer fazer antes de morrer...
Este artigo fez-me recordar um filme em que o Morgan Freeman entrava e também sofria de Cancro e decidiu juntamente com um dos pacientes do hospital onde estava fazerem cada um deles uma lista de coisas para fazerem antes de morrer...
Este artigo fez-me lembrar uma pessoa querida que morreu de cancro, o meu Tio Zé Amaro...Fez há dias 2 anos que ele morreu dessa doença trágica...O ano de 2011 foi um ano muito forte, pesado, triste, tumultuoso, conflituoso, enfim trágico...Nesse ano dei a luz a minha linda donzela e filha Isabela Nayole a 20 de Maio, sete dias antes do dia da nossa senhora (13 de Maio). Atravessei a gravidez como digo, no sentido de que fiquei grávida em Setembro de 2010 e dei a luz em Maio de 2011, ou seja, passei a gravidez de um ano para o outro. Para além de que o segundo e terceiro trimestre de gravidez sozinha, no sentido de que o meu marido estava a finalizar os estudos no Brasil e não podia acompanhar-me a gravidez até ao fim...Digo não é fácil ter uma gravidez em Angola, principalmente em Luanda, sem acompanhamento do marido, do companheiro, namorado ou noivo...Aturar o trânsito caótico de Luanda, procurar estacionamento, ir a uma clínica que fica na ilha de Luanda e ter de aturar todos os obstáculos ao longo do caminho, ter que fazer também pesquisa de campo para a minha dissertação. Sim, estava também a procurar finalizar o meu Mestrado em DH. Ter que fazer pesquisa num país onde o acesso a informação é difícil e dificultado. Ter que pedir favores, batatinhas às pessoas para conseguir informação para escrever, ter que ir ao Bairro Popular para ir ter ao Centro de Aconselhamento Jurídico da OMA....Ter que ir com a maior cara de pau a Direção Provincial do Ministério da Família e Promoção da Mulher para ouvir relatos de mulheres que sofrem violência doméstica (isto antes de ser aprovada a actual Lei contra a violência doméstica e familiar)...E ainda organizar um casamento simples e rápido com o futuro marido, sem esquecer que depois de dar a luz, tive que gerir 3 casas: a minha pequena casa (anexo de primeiro andar), a casa principal (porque o meu pai tinha viajado para Tuga para cuidar da saúde) e do meu irmão (anexo)...Depois descobrir que a pessoa acima referenciada, o meu querido tio padecia de uma doença terminal, enfim...na altura no dia do meu casamento mesmo doente, cozinhou p mim, conversou comigo e acordou as minhas primas para estarem presentes no meu casamento...Olha a presença dele no meu casamento, fez-me esquecer que o casamento não foi feito do jeito que eu queria, Sim, porque queria a minha despedida de solteira (que não tive), não tive o tão sonhado vestido de noiva, não tive a presença dos meus pais no meu casamento, nem de uma parte da minha família...não tive a festa que queria, nem a festa aconteceu a beira mar como tanto queria...enfim era tanto NÃO que tive em 2011 que a presença do meu tio no meu dia, parecia servir de consolo psicológico....Mas mesmo assim Deus não permitiu que ele vivesse mais, que partilhasse mais, que nos disparatasse mais, isso foi em Agosto e em Outubro perdi um dos meus tios mais queridos e próximos (um dos irmãos da minha mãe que tive mais contacto)...Pior é saber que ele sabia o que tinha e n queria preocupar-nos...Bom, voltando a questão inicial, é importante dizer que esse ano 2011 foi mesmo muito triste para mim, eu nesse ano n consegui com tudo isso, finalizar o meu Mestrado, porque aconteceram mais coisas negativas que impediram-me de concretizar esse meu objectivo...
Essa quantidade de situações e factos negativos fizeram com que eu tivesse uma depressão, porque não estava a aguentar as experiências pessoais, familiares, profissionais e acadêmicas vividas...
Hoje passaram-se dois anos precisamente e, mais uma vez em um ano ímpar (2013), volto a viver momentos, situações e factos negativos, 2012 para 2013 prometia coisas boas, mas uma vez o destino assim n quis, tive que desistir de uma bolsa de mestrado nos EUA (sim queria concretizar o que não consegui em 2011), misteriosamente a minha filha adoeceu e eu foi obrigada a tomar uma decisão difícil, mas aquela que toda boa mãe deveria tomar, desistir de ir para os EUA, com festejos do fim de ano de que ia viajar, algo me dizia que algo de mau haveria de acontecer...e Helas, mais uma vez foi obrigada a dar uma resposta negativa, depois tinha concorrido para um concurso público e na altura de fazer os testes, morre um parente do meu marido e aquilo acabou por afetar-me e não consegui fazer bem os exames e como tal, não passei...problemas no work, pedi transferência, por incrível que pareça a minha transferência só veio depois de 7 meses, embora uma pessoa amiga tenha conseguido em uma semana ser transferido...depois bateram-me 2 vezes no carro no espaço de 3 dias de diferença, na mesma zona e na mesma área do carro...e para piorar o quadro, houve um incidente com uma utente que desmaiou e filhos ameaçaram-me de morte e como o quadro não poderia estar mais cinzento, há dias escorreguei, cai, torci o pé e descobri que parti um dos ossos do dedo miúdo do pé esquerdo!!!Sem esquecer que todas as oportunidades de emprego que tive para sair do actual foram sem sucesso, não conseguia ser admitida, embora as vantagens salariais e os pacotes sociais fossem atrativos....Este ano como o ano de 2011 é para de balanço negativo, o saldo não é positivo, é negativo, porque cada passo que dou é um passo num Não, em vez de um Sim...Quando penso que sou uma boa profissional e competente, vem sempre a superfície certos detalhes pessoais que fazem com que o meu perfil e Cv não seja tido, nem achado...É doloroso para mim ver pessoas próximas e amigas a progredirem e eu estou sempre na mesma posição, n avanço, mas recuo p pior...Tantos planos e projetos que tenho mais acontece sempre algo que me impede de os concretizar...e Eu pergunto sempre Porquê???? Por que razão comigo as coisas não dão certo, porque comigo tudo é tão difícil e duro de se alcançar, importa sempre sofrimento, muito empenho e depois n consigo...Esqueci de frisar que tentei o sonho da casa própria: Dormi em Cacuaco, percorri Zango, Kilamba e Cacuaco e nada...Eu n Consegui..Dormi no carro, foi picada por mosquitos, dormi mal na parte de trás do meu carro, levantei de madrugada p chamada, apanhei muito sol, fiquei na fila. quando faltava pouco p sai atendida gerou-se toda uma confusão e fecharam as inscrições...as outras meninas do meu grupo que ficaram mais 3 dias conseguiram, até um dos meus colegas k n tava na fila conseguiu...tentei inscrever-me com ajuda de uma cunha forte, o meu processo até hoje n aparece...o meu colega k tentou essa cunha forte conseguiu...amigos meus conseguiram sem grande esforço...É complicado n pensar em azar ou má sorte....
Daí ter pensado em dez coisas que não quero que me aconteçam
1. ficar doente
2. ter um acidente de carro
3. deixar de ver o mar
4. não poder viajar
5. perder a minha memória
6. ser agredida
7. perder o juízo
8. depender de outrem
9. perder a vontade de conversar, trocar ideias e sorrir
10 ficar depressiva, angustiada, frustrada e decepcionada.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
domingo, 13 de outubro de 2013
A Divulgação da Anorexia via Instgram como uma filosofia de vida
Bom dia Domingo,
Mal acordei entrei logo para a internet que é um dos meus vícios e comecei a atualizar-me em termos de notícias dos famosos.
Uma das notícias que mais chamou-me atenção foi a de uma das mais famosas modelos internacionais de origem brasileira, coincidentemente xara da minha filha Isabela e com o nome de Izabel Goulart.
Esta brasileira há dias divulgou uma imagem sua em que aparece de bikini e nota-se que os ossos estão em evidência e a publicação numa das revistas de moda dizia que ela tinha um corpo perfeito.
Isso não só chocou-me (como aconteceu com muitas leitoras que viram as fotos e o respectivo artigo), como revoltou-me como Mulher. Sim, porque esta mulher (Izabel Goulart) não se apercebe a gravidade de mensagem que ela está a transmitir e a publicitar para um número expressivo de jovens que a segue e a tem como modelo...Isto n parece grave, mas no fundo é algo de grave...
Num mundo onde os aplicativos da internet conseguem publicitar e levar a maneira de pensar para um número grande de pessoas desconhecidas e k acabam por se identificar com a estória de vida e filosofia de vida. Podes advir as consequências desse comportamento.
Analisemos a questão por pontos:
1. O que é um corpo perfeito?
2. Quem define o que é um corpo perfeito?
3. Como o mundo da moda define o que é um corpo perfeito?
4. Como essa definição de corpo perfeito afecta a vida das jovens modelos e manequins?
5. Como uma jovem manequim tem que orientar a sua vida e alimentação para esse corpo perfeito?
6. De que forma esse modelo de corpo perfeito traz problemas e conflitos para a mente e a auto-estima das adolescentes e jovens?
7. Será que não ter o tal corpo perfeito torna-nos estranhas, feias, excluídas?
8. De que modo a obsessão pelo corpo perfeito leva-nos a termos comportamentos anoréxicos e bulímicos?
9. Como uma mulher anoréxica vive num mundo que divulga constantemente a imagem de corpo perfeito?
10. Como a anorexia transforma a pessoa numa pessoa doente, sem auto-estima e completamente dependente dos estereótipos sociais amplamente divulgados pelo poder da multimédia?
Depois de tentarem responder a estes pontos interrogativos, tenham o cuidado de ler o artigo que trata da questão levantada pelas fotos da modelo brasileira Izabel Goulart.
http://br.omg.yahoo.com/blogs/nina-lemos/o-caso-izabel-goulart-e-blogueiras-fitness-cadav%C3%A9rico-130135321.html
Mal acordei entrei logo para a internet que é um dos meus vícios e comecei a atualizar-me em termos de notícias dos famosos.
Uma das notícias que mais chamou-me atenção foi a de uma das mais famosas modelos internacionais de origem brasileira, coincidentemente xara da minha filha Isabela e com o nome de Izabel Goulart.
Esta brasileira há dias divulgou uma imagem sua em que aparece de bikini e nota-se que os ossos estão em evidência e a publicação numa das revistas de moda dizia que ela tinha um corpo perfeito.
Isso não só chocou-me (como aconteceu com muitas leitoras que viram as fotos e o respectivo artigo), como revoltou-me como Mulher. Sim, porque esta mulher (Izabel Goulart) não se apercebe a gravidade de mensagem que ela está a transmitir e a publicitar para um número expressivo de jovens que a segue e a tem como modelo...Isto n parece grave, mas no fundo é algo de grave...
Num mundo onde os aplicativos da internet conseguem publicitar e levar a maneira de pensar para um número grande de pessoas desconhecidas e k acabam por se identificar com a estória de vida e filosofia de vida. Podes advir as consequências desse comportamento.
Analisemos a questão por pontos:
1. O que é um corpo perfeito?
2. Quem define o que é um corpo perfeito?
3. Como o mundo da moda define o que é um corpo perfeito?
4. Como essa definição de corpo perfeito afecta a vida das jovens modelos e manequins?
5. Como uma jovem manequim tem que orientar a sua vida e alimentação para esse corpo perfeito?
6. De que forma esse modelo de corpo perfeito traz problemas e conflitos para a mente e a auto-estima das adolescentes e jovens?
7. Será que não ter o tal corpo perfeito torna-nos estranhas, feias, excluídas?
8. De que modo a obsessão pelo corpo perfeito leva-nos a termos comportamentos anoréxicos e bulímicos?
9. Como uma mulher anoréxica vive num mundo que divulga constantemente a imagem de corpo perfeito?
10. Como a anorexia transforma a pessoa numa pessoa doente, sem auto-estima e completamente dependente dos estereótipos sociais amplamente divulgados pelo poder da multimédia?
Depois de tentarem responder a estes pontos interrogativos, tenham o cuidado de ler o artigo que trata da questão levantada pelas fotos da modelo brasileira Izabel Goulart.
http://br.omg.yahoo.com/blogs/nina-lemos/o-caso-izabel-goulart-e-blogueiras-fitness-cadav%C3%A9rico-130135321.html
Dez Aprendizados com o pé engessado
Hoje completo uma semana que estou com gesso na perna esquerda e descobri muitas coisas com esta pequena limitação física, dos quais friso:
1. Aprendi a procurar a andar somente com a força de uma das pernas e com a ajuda das muletas;
2. Aprendi a consegui a circular na minha casa, tendo que saltar com o pé esquerdo e apoiada nas muletas;
3. Aprendi a confiar e a contar mais na ajuda da minha empregada D. Paula para tomar banho, poder comer, arrumar a casa, cozinhar;
4. Consegui pintar o cabelo com pé engessado, mas precisei da ajuda da minha empregada para lavar o cabelo;
5. Aprendi a resolver assuntos via telemóvel ou via internet, sendo até mais eficaz do que deslocando-me pessoalmente, porque a minha tendência é conversar com as pessoas e demoro mais p resolver a questão;
6. Aprendi a controlar um pouco mais a minha ansiedade e a abstrair-me da pressão exercida pelo gesso sob a minha perna e pé;
7. Voltei a ter o prazer de ler e ver programas de TV interessantes que não tinha tempo, nem paciência de vê-los;
8. Tenho mais tempo e paciência para descansar, relaxar e reflectir sobre os meus planos, sonhos e perspectivas de vida;
9. Comecei a ver quem realmente gosta de mim, preocupa-se e tem interesse em perder alguns minutos da sua vida para estar comigo ou visitar-me e dar-me apoio moral;
10. Aprendi que as últimas situações pessoais e profissionais que tenho vivido são situações factuais e subjectivas que visam a que eu aprenda algo com isso e que eu tenho de descobrir qual é o objectivo desse aprendizado e como isso vai ajudar na minha vida futura.
1. Aprendi a procurar a andar somente com a força de uma das pernas e com a ajuda das muletas;
2. Aprendi a consegui a circular na minha casa, tendo que saltar com o pé esquerdo e apoiada nas muletas;
3. Aprendi a confiar e a contar mais na ajuda da minha empregada D. Paula para tomar banho, poder comer, arrumar a casa, cozinhar;
4. Consegui pintar o cabelo com pé engessado, mas precisei da ajuda da minha empregada para lavar o cabelo;
5. Aprendi a resolver assuntos via telemóvel ou via internet, sendo até mais eficaz do que deslocando-me pessoalmente, porque a minha tendência é conversar com as pessoas e demoro mais p resolver a questão;
6. Aprendi a controlar um pouco mais a minha ansiedade e a abstrair-me da pressão exercida pelo gesso sob a minha perna e pé;
7. Voltei a ter o prazer de ler e ver programas de TV interessantes que não tinha tempo, nem paciência de vê-los;
8. Tenho mais tempo e paciência para descansar, relaxar e reflectir sobre os meus planos, sonhos e perspectivas de vida;
9. Comecei a ver quem realmente gosta de mim, preocupa-se e tem interesse em perder alguns minutos da sua vida para estar comigo ou visitar-me e dar-me apoio moral;
10. Aprendi que as últimas situações pessoais e profissionais que tenho vivido são situações factuais e subjectivas que visam a que eu aprenda algo com isso e que eu tenho de descobrir qual é o objectivo desse aprendizado e como isso vai ajudar na minha vida futura.
sábado, 31 de agosto de 2013
Ameaça em pleno local de serviço
Quando alguém se dirige para uma repartição pública para ser atendida tem que saber se dirigir e comportar perante a pessoa que funcione nesse local e, dito isto, também refiro-me ao facto de respeitar o horário de atendimento.
Mas o que se passou na quarta-feira no meu local de serviço foi algo que até hoje perguntou-me se eu era a única errada ou se a pessoa em causa também tinha que ter o discernimento suficiente para saber separar as coisas...
Empatias e antipatias são coisas que andam de mãos dadas nas relações laborais, familiares e cordiais entre pessoas conhecidas e desconhecidas. Eu posso não gostar da forma de atender ou de se comportar de determinada pessoa, mas isso não me dá o direito e o poder que querer obrigar a outra pessoa a atender-me, porque exerce uma posição subalterna...
O que se passa no nosso país, na nossa sociedade, na nossa cidade é k as pessoas só respeitam as outras pessoas, devido a posição social que auferem...e não o respeito puro e simples. Por exemplo, se eu for sobrinha ou filha de determinada pessoa importante na nossa sociedade, eu posso fazer e dizer tudo e mais alguma coisa, as pessoas possivelmente irão criticar-me, mas a frente nunca terão coragem de fazer nada...
Já se a pessoa for uma pessoa sem nome, sem uma rede forte de influências e, cometer um mero deslize ou erro ou mesmo falha comportamental ou moral, não só será criticada publicamente perante terceiros (quando deveria ser feito entre 4 paredes) e corre o risco de lhe ser imputada um processo disciplinar...
O que se passou na quarta-feira passada, tem um que de ridículo como tem o que de falta de tacto...
A senhora chega não cumprimenta, dá o número do processo ao colega para ser atendida, o colega passa o número para mim, mesmo sabendo que somos 2 pessoas a atender e eu estando a fazer um trabalho...Eu chamo atenção da senhora, porque a referida senhora tem sempre o péssimo hábito de vir para além da hora normal de atendimento. A senhora responde-me, dizendo que eu tenho a mania de implicar-me com ela e que não tenho maneiras a falar e eu pergunto se a senhora é que tem maneiras a falar comigo?
Ao que ela responde dizendo que eu tenho o Rei na barriga e eu respondo dizendo que n tenho nenhum rei na barriga, ela exaltasse quando eu digo que ela é n tem maneiras, pk estava a falar alto, obrigando-me a falar alto para saber responder a medida...depois disso a senhora começa a ameaçar, dizendo que tu vais ver o que eu vou fazer-te, eu vou fazer aqui um escândalo...eu respondo minha senhora faça o que quiser, eu n vou atendê-la e vou falar com o meu colega para atendê-la...ela n satisfeita, começa a estrebuchar e começa a gritar a dizer que a tensão dela está a subir que estava a passar mal e que ia desmaiar, chamando atenção das pessoas, ao ponto da juíza e da procuradora virem saber o que se passa...
Depois disso, eu sempre mantive a minha segurança, permanecendo no meu local de trabalho, a juíza entra sala a dentro, perguntando o que se tinha passado, ao que eu expliquei o k se passou. Ela n faz mais nada e pede para eu ver o processo da senhora, ou seja, dando razão a senhora...Depois do tal suposto desmaio que a meu ver é uma simulação, algumas pessoas estavam do lado dela a acalmar a senhora e ela claro conseguiu a atenção e o k tinha dito: "Tu vais ver o eu vou fazer, eu vou fazer um escândalo.." como tava nervosa e irritada com tudo o que se tinha passado, pedi ao meu colega para ver o processo, expliquei onde estava o processo e graças a Deus tudo estava conforme, não havia uma falha minha nos processos...
Agora eu pergunto uma pessoa que desmaia, consegue ligar p filhas p virem ter c ela e entra na sala da juíza para ouvir o caso dela??? Resultado as filhas chegaram, uma delas olhou para a janela do cartório com ar ameaçador p intimidar...
Depois meu colega viu as movimentações da família da senhora e deu um toque na minha colega para me alertar para eu sair...na sexta-feira foi trabalhar, na parte da tarde aparece mais uma vez os filhos da referida senhora com caras de poucos amigos, ameaçando e intimidando, o meu colega deu o toque num dos colegas para eu sair de novo do local de serviço por segurança...
Eles foram para a sala da juíza para informar que a mãe deles não está mto bem e que eles querem publicar o se passou no jornal e querem fazer justiça por próprias mãos...~
A juíza pediu desculpas pelo comportamento, pediu para n fazerem justiça por mãos próprias e disse-lhes que ia tomar as devidas providências...Ou seja, deu poder, azo para a família depois fazer trinta por uma lei...no fundo mais uma vez vi que os funcionários nesse cartório nunca têm direitos, somente deveres, juízes estão mais preocupados em dar-se bem, sair por cima e não estão nem aí p saúde física, mental e psicológica dos seus funcionários...
Nem dormi a pensar em tudo o que se passou, a reflectir na minha atitude e comportamento de quarta-feira, onde errei...e a rezar para que essa senhora n morra e eu seja lixada publicamente ou morta....
Minhas orações vão para essa senhora caboverdiana que desejo melhoras e mtos mais anos de vida...
Mas o que se passou na quarta-feira no meu local de serviço foi algo que até hoje perguntou-me se eu era a única errada ou se a pessoa em causa também tinha que ter o discernimento suficiente para saber separar as coisas...
Empatias e antipatias são coisas que andam de mãos dadas nas relações laborais, familiares e cordiais entre pessoas conhecidas e desconhecidas. Eu posso não gostar da forma de atender ou de se comportar de determinada pessoa, mas isso não me dá o direito e o poder que querer obrigar a outra pessoa a atender-me, porque exerce uma posição subalterna...
O que se passa no nosso país, na nossa sociedade, na nossa cidade é k as pessoas só respeitam as outras pessoas, devido a posição social que auferem...e não o respeito puro e simples. Por exemplo, se eu for sobrinha ou filha de determinada pessoa importante na nossa sociedade, eu posso fazer e dizer tudo e mais alguma coisa, as pessoas possivelmente irão criticar-me, mas a frente nunca terão coragem de fazer nada...
Já se a pessoa for uma pessoa sem nome, sem uma rede forte de influências e, cometer um mero deslize ou erro ou mesmo falha comportamental ou moral, não só será criticada publicamente perante terceiros (quando deveria ser feito entre 4 paredes) e corre o risco de lhe ser imputada um processo disciplinar...
O que se passou na quarta-feira passada, tem um que de ridículo como tem o que de falta de tacto...
A senhora chega não cumprimenta, dá o número do processo ao colega para ser atendida, o colega passa o número para mim, mesmo sabendo que somos 2 pessoas a atender e eu estando a fazer um trabalho...Eu chamo atenção da senhora, porque a referida senhora tem sempre o péssimo hábito de vir para além da hora normal de atendimento. A senhora responde-me, dizendo que eu tenho a mania de implicar-me com ela e que não tenho maneiras a falar e eu pergunto se a senhora é que tem maneiras a falar comigo?
Ao que ela responde dizendo que eu tenho o Rei na barriga e eu respondo dizendo que n tenho nenhum rei na barriga, ela exaltasse quando eu digo que ela é n tem maneiras, pk estava a falar alto, obrigando-me a falar alto para saber responder a medida...depois disso a senhora começa a ameaçar, dizendo que tu vais ver o que eu vou fazer-te, eu vou fazer aqui um escândalo...eu respondo minha senhora faça o que quiser, eu n vou atendê-la e vou falar com o meu colega para atendê-la...ela n satisfeita, começa a estrebuchar e começa a gritar a dizer que a tensão dela está a subir que estava a passar mal e que ia desmaiar, chamando atenção das pessoas, ao ponto da juíza e da procuradora virem saber o que se passa...
Depois disso, eu sempre mantive a minha segurança, permanecendo no meu local de trabalho, a juíza entra sala a dentro, perguntando o que se tinha passado, ao que eu expliquei o k se passou. Ela n faz mais nada e pede para eu ver o processo da senhora, ou seja, dando razão a senhora...Depois do tal suposto desmaio que a meu ver é uma simulação, algumas pessoas estavam do lado dela a acalmar a senhora e ela claro conseguiu a atenção e o k tinha dito: "Tu vais ver o eu vou fazer, eu vou fazer um escândalo.." como tava nervosa e irritada com tudo o que se tinha passado, pedi ao meu colega para ver o processo, expliquei onde estava o processo e graças a Deus tudo estava conforme, não havia uma falha minha nos processos...
Agora eu pergunto uma pessoa que desmaia, consegue ligar p filhas p virem ter c ela e entra na sala da juíza para ouvir o caso dela??? Resultado as filhas chegaram, uma delas olhou para a janela do cartório com ar ameaçador p intimidar...
Depois meu colega viu as movimentações da família da senhora e deu um toque na minha colega para me alertar para eu sair...na sexta-feira foi trabalhar, na parte da tarde aparece mais uma vez os filhos da referida senhora com caras de poucos amigos, ameaçando e intimidando, o meu colega deu o toque num dos colegas para eu sair de novo do local de serviço por segurança...
Eles foram para a sala da juíza para informar que a mãe deles não está mto bem e que eles querem publicar o se passou no jornal e querem fazer justiça por próprias mãos...~
A juíza pediu desculpas pelo comportamento, pediu para n fazerem justiça por mãos próprias e disse-lhes que ia tomar as devidas providências...Ou seja, deu poder, azo para a família depois fazer trinta por uma lei...no fundo mais uma vez vi que os funcionários nesse cartório nunca têm direitos, somente deveres, juízes estão mais preocupados em dar-se bem, sair por cima e não estão nem aí p saúde física, mental e psicológica dos seus funcionários...
Nem dormi a pensar em tudo o que se passou, a reflectir na minha atitude e comportamento de quarta-feira, onde errei...e a rezar para que essa senhora n morra e eu seja lixada publicamente ou morta....
Minhas orações vão para essa senhora caboverdiana que desejo melhoras e mtos mais anos de vida...
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Meu segundo post tem a ver com um novo acidente de viação que aconteceu exatamente no mesmo local, na mesma área (somente um pouco mais atrás na parte traseira do carro) e da mesma forma. Só que desta vez, em vez de ser um senhor é uma senhora de nacionalidade portuguesa.
Após a colisão ligeira diga-se de passagem, parei o carro e sai para ver o estrago e já chateada, porque menos de 3 dias do acidente de sexta-feira passada tinha acabado por ter o mesmo acidente com detalhes praticamente iguais.
A grande diferença deste acidente é k n foi muito grave, foi um risco mínimo, mas o que me surpreendeu foi o comportamento, a atitude da pessoa em causa. A senhora do seu carro com um papel em mãos e desata a falar alto e em bom som para mim de forma agressiva e começa a gesticular o papel branco (como a raça da personagem) na minha cara...Aí passei-me literalmente, começei a dizer: Bom dia Senhora!! Ahhh Bom dia, eu já disse k tenho seguro a senhora k acione o seguro, mas a falar de um jeito como se eu fosse uma porcaria a frente, uma mera servente k tinha de cumprir as suas ordens...Acredito que pela forma arrogante e autoritária da abordagem deve estar habituada a mandar e as pessoas receberem ordens sem contestar e pela forma de falar pareceu-me Racista...
Eu perguntei-lhe se eu fizesse o mesmo no seu país, o k podia acontecer cmg!! E k com este comportamento no meu país podia ter sérios problemas. Começou a falar k está aqui há mais de 4 anos e k nunca teve problemas. E eu disse k ela tinha k respeitar-me porque em nenhum momento faltei-lhe com o respeito e k eu era nacional. Ao que ela disse k era portuguesa e que tb tinha direitos. Eu respondi pode e deve ter direitos, mas n tem mais direitos do que eu k sou nacional deste país...Começou a dizer k n sei se estou p obter a nacionalidade angolana...Ok a senhora pode obter, mas de momento não é angolana...
Como ela n mudava a compostura, pedi um dos moços p chamar o agente da polícia. Depois do jovem zairense chamar o polícia ainda quis me cobrar por fazer esse favor...Enfim!!! Finalmente apareceu o polícia começou mais uma vez a ver a posição dos carros, perguntou se chegamos a um entendimento e como viu k não, pediu para darmos os nossos documentos de identificação pessoal e do carro e estacionarmos melhor os carros. Mal procedemos de tal forma, o polícia olhou mais uma vez para o pequeno dano e p o local onde estava localizado o dano e vira-se para mim e diz: aqui está o esboço, por favor faça a sua explicação no desenho como aconteceu o acidente. Eu dei preferência a explicação da Tuga...Depois qdo começei a explicar a minha versão dos factos, a senhora meteu-se nas minhas palavras e chamou-me de mentirosa, disse k era advogada e era mestre e eu disse senhora eu tb sou advogada e tb fiz mestrado...Ahhh a senhora n sabe quem é o meu chefe e eu e a senhora n sabe quem é o meu tio, nem meu pai e primos...Depois cansado dessas contra-argumentações, o polícia vira-se p nós as duas e diz: senhoras esse dano é mínimo as senhoras têm k se entender, a senhora Irina tem razão e a senhora Carla Simões (nome da racista portuguesa) não tem qq razão, porque a partir do momento k se bate atrás de um carro deixa-se de ter razão...Ela continuou a dizer k ela é k tinha razão e eu tinha uma condução agressiva e tinha k a deixar passar, começei a falar em francês e inglês (disparates só me saiam nessas línguas)...ela olha p mim bem admirada e diz: e ainda sabe falar francês e inglês...pk a senhora pensa k somos uma cambada de burros!!!
Depois porque tenho k ir trabalhar, o polícia vira-se p ela e diz a senhora tb trabalha e eu: a senhora pensa k nós (angolanos) somos uma cambada de konangas, k n trabalhamos!!! Fiquei com o papel do seguro e ao ver o tal papel vejo k a tal advogada CARLA SIMÕES, de nacionalidade portuguesa e com grau de mestre, tem uma caligrafia horrível, tdo mal escrito, tdo a toa e são essas pessoas k ganham mais de 8000 usd...OMG!!!
Após a colisão ligeira diga-se de passagem, parei o carro e sai para ver o estrago e já chateada, porque menos de 3 dias do acidente de sexta-feira passada tinha acabado por ter o mesmo acidente com detalhes praticamente iguais.
A grande diferença deste acidente é k n foi muito grave, foi um risco mínimo, mas o que me surpreendeu foi o comportamento, a atitude da pessoa em causa. A senhora do seu carro com um papel em mãos e desata a falar alto e em bom som para mim de forma agressiva e começa a gesticular o papel branco (como a raça da personagem) na minha cara...Aí passei-me literalmente, começei a dizer: Bom dia Senhora!! Ahhh Bom dia, eu já disse k tenho seguro a senhora k acione o seguro, mas a falar de um jeito como se eu fosse uma porcaria a frente, uma mera servente k tinha de cumprir as suas ordens...Acredito que pela forma arrogante e autoritária da abordagem deve estar habituada a mandar e as pessoas receberem ordens sem contestar e pela forma de falar pareceu-me Racista...
Eu perguntei-lhe se eu fizesse o mesmo no seu país, o k podia acontecer cmg!! E k com este comportamento no meu país podia ter sérios problemas. Começou a falar k está aqui há mais de 4 anos e k nunca teve problemas. E eu disse k ela tinha k respeitar-me porque em nenhum momento faltei-lhe com o respeito e k eu era nacional. Ao que ela disse k era portuguesa e que tb tinha direitos. Eu respondi pode e deve ter direitos, mas n tem mais direitos do que eu k sou nacional deste país...Começou a dizer k n sei se estou p obter a nacionalidade angolana...Ok a senhora pode obter, mas de momento não é angolana...
Como ela n mudava a compostura, pedi um dos moços p chamar o agente da polícia. Depois do jovem zairense chamar o polícia ainda quis me cobrar por fazer esse favor...Enfim!!! Finalmente apareceu o polícia começou mais uma vez a ver a posição dos carros, perguntou se chegamos a um entendimento e como viu k não, pediu para darmos os nossos documentos de identificação pessoal e do carro e estacionarmos melhor os carros. Mal procedemos de tal forma, o polícia olhou mais uma vez para o pequeno dano e p o local onde estava localizado o dano e vira-se para mim e diz: aqui está o esboço, por favor faça a sua explicação no desenho como aconteceu o acidente. Eu dei preferência a explicação da Tuga...Depois qdo começei a explicar a minha versão dos factos, a senhora meteu-se nas minhas palavras e chamou-me de mentirosa, disse k era advogada e era mestre e eu disse senhora eu tb sou advogada e tb fiz mestrado...Ahhh a senhora n sabe quem é o meu chefe e eu e a senhora n sabe quem é o meu tio, nem meu pai e primos...Depois cansado dessas contra-argumentações, o polícia vira-se p nós as duas e diz: senhoras esse dano é mínimo as senhoras têm k se entender, a senhora Irina tem razão e a senhora Carla Simões (nome da racista portuguesa) não tem qq razão, porque a partir do momento k se bate atrás de um carro deixa-se de ter razão...Ela continuou a dizer k ela é k tinha razão e eu tinha uma condução agressiva e tinha k a deixar passar, começei a falar em francês e inglês (disparates só me saiam nessas línguas)...ela olha p mim bem admirada e diz: e ainda sabe falar francês e inglês...pk a senhora pensa k somos uma cambada de burros!!!
Depois porque tenho k ir trabalhar, o polícia vira-se p ela e diz a senhora tb trabalha e eu: a senhora pensa k nós (angolanos) somos uma cambada de konangas, k n trabalhamos!!! Fiquei com o papel do seguro e ao ver o tal papel vejo k a tal advogada CARLA SIMÕES, de nacionalidade portuguesa e com grau de mestre, tem uma caligrafia horrível, tdo mal escrito, tdo a toa e são essas pessoas k ganham mais de 8000 usd...OMG!!!
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Episódio de um ligeiro acidente de viação na cidade de Luanda
Bom Dia Minha Luanda, Bom dia Vila Alice,
Começa mais uma semana laboral que naturalmente será preenchida por muito ou algum trânsito...
Sexta-feira passada depois de uma madrugada bastante animada, onde prevaleceu música angolana, das Antilhas francesas e música Pop e Soul music dos anos 80 e 90, com a disposição em dia e com boa música no carro, seguia eu pelo caminho normal para o work, qdo de repente, alguém bateu ligeiramente na parte trás do meu carro!!!
A minha admiração começou pela insistência do senhor em ultrapassar-me, mesmo sabendo k o meu carro já estava dentro da área de conforto ou de segurança. Paro o carro e saio do mesmo p saber o k se passou p o senhor ter este comportamento, ao que ele olha p mim e diz: " a senhora é k bateu no meu carro, a senhora tava a girar, a senhora obrigou-me a bater no seu carro!!! OMG, ele nem se apercebeu do significado das palavras k saíam da sua boca, Senhor ninguém sai da sua casa p obrigar o outro a bater, os acidentes acontecem por imprudência, por pressa (aspecto psicológico) ou por disputa (sim, porque existem pessoas na cidade de Luanda que lutam pelo seu espaço na estrada, instinto nato de posse do ser humano)...
Como fiquei bastante chateada para não dizer irritada com o que tinha acabado de suceder, pedi a um dos motoqueiros k parou p ver o acidente e deu-me razão p chamar o agente da polícia de trânsito. Esperamos pelo senhor agente, mas o senhor sempre a dizer que eu é k tinha culpa...um dos motoristas que estava a passar e viu o acidente, vira-se p ele e diz: "senhor n tem razão, o senhor bateu atrás, chega só a um acordo com a senhora..."
O polícia chega olha para a posição dos carros e olha p nós dois e diz: " para começar vcs os dois já cometeram uma infracção, tendo em conta a posição k vcs os dois viraram, mas vou esquecer isso...os senhores já chegaram a um entendimento??? Ok, vejo que ainda não existe entendimento possível, vão fazer o seguinte, estacionem melhor os carros para evitar o engarrafamento e vamos conversando enquanto eu faço o esboço do acidente."
Eu e o senhor em causa estacionamos o carro e a polícia de trânsito fico fazendo o esboço do acidente. Depois com o esboço em mãos, começou a falar conosco, dizendo que a partir do momento que o senhor bate na parte de trás do carro, quem passa a ter razão é a senhora, porque ela já estava na faixa de rodagem e o senhor tinha k ter a prudência para deixá-la passar...O senhor que depois descobri ser dos Camarões, olha o polícia e insiste k ele n tem culpa e que eu é k estava a girar o carro...
O polícia n fz mais nada e diz que o código de estrada é uniforme em qq parte do mundo, a n ser k nos Camarões seja diferente e como tal, da forma como os carros colidiram e a respectiva posição dos carros dá p ver claramente k a senhora tem razão. O senhor busca no carro dele motivos p explicar k eu tb bati no carro dele, mas nada prevalece...
O polícia mais uma vez aconselha a k chegamos a um acordo, porque senão tem k largar o salo dele e dirigir-nos para a esquadra, o k seria pior p nós dois k iríamos perder um dia inteiro nisso. Eu disse ao polícia que estava cansada das pessoas dizerem perante a autoridade k vão pagar e responsabilizar-se, mas na hora H, descartam-se ou ignoram os telefonemas. O senhor camaronês fala que tenho k dar-lhe o benefício da dúvida e que tem ali uma pessoa k pode arranjar imediatamente o carro. Ao que o polícia defende-me que não pode ser assim, porque a senhora n conhece o moço em causa que apareceu do nada para se aproveitar da ocasião e fazer negócio e k a senhora deve ter uma pessoa da sua confiança k já costuma fazer reparações no seu carro. E eu, claro, concordei com a afirmação do senhor polícia. Depois de um tempo de ele tentar fazer valer a sua posição de também de sido prejudicado por mim e que eu estava a girar o carro. Eu farta de ouvir esse termo "girar", falo com ele k em português girar é andar em círculos e eu n diz isso k tinha de utilizar o termo manobrar...depois comecei a falar em francês com ele, dizendo que tinha razão k ele é k cometeu um erro de falta de prudência, queria ultrapassar-me a todo o custo, mesmo eu estando já dentro da faixa de rodagem...depois disse mais k o termo girar n se emprega aqui e k ele tinha k aprender mais a língua portuguesa. Ao que ele vira-se p mim e diz k somos africanos e k temos k nos entender...
Depois deste bate boca k durou mais ou menos mais de 40 minutos, chegamos a uma acordo: eu vou correr atrás do orçamento do carro e depois contacto o senhor para ele combinar com o mecânico p pagar e assim fazer a obra.
o polícia depois no fim de tudo, vira-se p mim e diz: mana vc hj fechou o meu dia ya...vejo k já n sou mais necessário aqui, porque vcs já estão a entender-se em duas línguas...Bom dia e espero k o senhor cumpra o k disse aqui senhor...
Moral da estória: não vale a pena tentar ultrapassar alguém k já está na faixa de rodagem, e se acontecer, chegue logo a acordo com a pessoa em causa, porque o tempo perdido em falsas acusações e culpas é desnecessário e mais, vou formular uma minuta de acordo de reparação de carro em casos de acidentes e sempre k acontecer isso de novo (sim, porque em Luanda, estamos sempre propensos a k aconteça isso...), já tenho aquilo impresso e é só dar a pessoa em causa para ler e se estiver de acordo assinar e se não estiver de acordo é só fazer algumas alteração para adaptar o acordo a situação específica.
Boa Segunda-feira e espero k hj n haja mais acidentes...
Começa mais uma semana laboral que naturalmente será preenchida por muito ou algum trânsito...
Sexta-feira passada depois de uma madrugada bastante animada, onde prevaleceu música angolana, das Antilhas francesas e música Pop e Soul music dos anos 80 e 90, com a disposição em dia e com boa música no carro, seguia eu pelo caminho normal para o work, qdo de repente, alguém bateu ligeiramente na parte trás do meu carro!!!
A minha admiração começou pela insistência do senhor em ultrapassar-me, mesmo sabendo k o meu carro já estava dentro da área de conforto ou de segurança. Paro o carro e saio do mesmo p saber o k se passou p o senhor ter este comportamento, ao que ele olha p mim e diz: " a senhora é k bateu no meu carro, a senhora tava a girar, a senhora obrigou-me a bater no seu carro!!! OMG, ele nem se apercebeu do significado das palavras k saíam da sua boca, Senhor ninguém sai da sua casa p obrigar o outro a bater, os acidentes acontecem por imprudência, por pressa (aspecto psicológico) ou por disputa (sim, porque existem pessoas na cidade de Luanda que lutam pelo seu espaço na estrada, instinto nato de posse do ser humano)...
Como fiquei bastante chateada para não dizer irritada com o que tinha acabado de suceder, pedi a um dos motoqueiros k parou p ver o acidente e deu-me razão p chamar o agente da polícia de trânsito. Esperamos pelo senhor agente, mas o senhor sempre a dizer que eu é k tinha culpa...um dos motoristas que estava a passar e viu o acidente, vira-se p ele e diz: "senhor n tem razão, o senhor bateu atrás, chega só a um acordo com a senhora..."
O polícia chega olha para a posição dos carros e olha p nós dois e diz: " para começar vcs os dois já cometeram uma infracção, tendo em conta a posição k vcs os dois viraram, mas vou esquecer isso...os senhores já chegaram a um entendimento??? Ok, vejo que ainda não existe entendimento possível, vão fazer o seguinte, estacionem melhor os carros para evitar o engarrafamento e vamos conversando enquanto eu faço o esboço do acidente."
Eu e o senhor em causa estacionamos o carro e a polícia de trânsito fico fazendo o esboço do acidente. Depois com o esboço em mãos, começou a falar conosco, dizendo que a partir do momento que o senhor bate na parte de trás do carro, quem passa a ter razão é a senhora, porque ela já estava na faixa de rodagem e o senhor tinha k ter a prudência para deixá-la passar...O senhor que depois descobri ser dos Camarões, olha o polícia e insiste k ele n tem culpa e que eu é k estava a girar o carro...
O polícia n fz mais nada e diz que o código de estrada é uniforme em qq parte do mundo, a n ser k nos Camarões seja diferente e como tal, da forma como os carros colidiram e a respectiva posição dos carros dá p ver claramente k a senhora tem razão. O senhor busca no carro dele motivos p explicar k eu tb bati no carro dele, mas nada prevalece...
O polícia mais uma vez aconselha a k chegamos a um acordo, porque senão tem k largar o salo dele e dirigir-nos para a esquadra, o k seria pior p nós dois k iríamos perder um dia inteiro nisso. Eu disse ao polícia que estava cansada das pessoas dizerem perante a autoridade k vão pagar e responsabilizar-se, mas na hora H, descartam-se ou ignoram os telefonemas. O senhor camaronês fala que tenho k dar-lhe o benefício da dúvida e que tem ali uma pessoa k pode arranjar imediatamente o carro. Ao que o polícia defende-me que não pode ser assim, porque a senhora n conhece o moço em causa que apareceu do nada para se aproveitar da ocasião e fazer negócio e k a senhora deve ter uma pessoa da sua confiança k já costuma fazer reparações no seu carro. E eu, claro, concordei com a afirmação do senhor polícia. Depois de um tempo de ele tentar fazer valer a sua posição de também de sido prejudicado por mim e que eu estava a girar o carro. Eu farta de ouvir esse termo "girar", falo com ele k em português girar é andar em círculos e eu n diz isso k tinha de utilizar o termo manobrar...depois comecei a falar em francês com ele, dizendo que tinha razão k ele é k cometeu um erro de falta de prudência, queria ultrapassar-me a todo o custo, mesmo eu estando já dentro da faixa de rodagem...depois disse mais k o termo girar n se emprega aqui e k ele tinha k aprender mais a língua portuguesa. Ao que ele vira-se p mim e diz k somos africanos e k temos k nos entender...
Depois deste bate boca k durou mais ou menos mais de 40 minutos, chegamos a uma acordo: eu vou correr atrás do orçamento do carro e depois contacto o senhor para ele combinar com o mecânico p pagar e assim fazer a obra.
o polícia depois no fim de tudo, vira-se p mim e diz: mana vc hj fechou o meu dia ya...vejo k já n sou mais necessário aqui, porque vcs já estão a entender-se em duas línguas...Bom dia e espero k o senhor cumpra o k disse aqui senhor...
Moral da estória: não vale a pena tentar ultrapassar alguém k já está na faixa de rodagem, e se acontecer, chegue logo a acordo com a pessoa em causa, porque o tempo perdido em falsas acusações e culpas é desnecessário e mais, vou formular uma minuta de acordo de reparação de carro em casos de acidentes e sempre k acontecer isso de novo (sim, porque em Luanda, estamos sempre propensos a k aconteça isso...), já tenho aquilo impresso e é só dar a pessoa em causa para ler e se estiver de acordo assinar e se não estiver de acordo é só fazer algumas alteração para adaptar o acordo a situação específica.
Boa Segunda-feira e espero k hj n haja mais acidentes...
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